sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Candidatos sem chance

Terremoto na Amazônia

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Charge do Cartunista Braga.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Imagem não tão subliminar assim...

O colunista Alex Thomas em pose, rumo ao municipio de Boca do Acre, na divisa do Acre com o Amazonas.
Para ajudar a decifrar o "enigma", reparem na placa atrás do bom moço.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

O maior grito

Um dos melhores blogs que dão ênfase a cultura do Brasil, e principalmente, a cena acreana. Para acessar o blog, clique aqui

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Sexo ao vivo

Encontrei esse panfleto no estacionamento da UNINORTE.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Com o devido Alvará


Cabeça de porco é vendida, com os devidos alvarás sanitário e de funcionamento, em açougue no mercado de Cruzeiro do Sul.

Do blog do Altino.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

A balsa da UFAC


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Do cartunista Braga

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

A VERDADEIRA OPOSIÇÃO

Com certeza não é Márcio Bittar que, há tempo, deixou de sê-la, uma vez que anda em companhia de elementos que, no plano nacional, dão sustentação incondicional ao governo Lula. Mantém negócios bovinos com o governador Eduardo Braga (PMDB) que, nas eleições passadas, financiou a tal de caravana da cidadania. É Ciro Gomes (PSB), de quem foi seu confiável assessor, quando este foi Ministro de Lula. É PPS, partido autenticamente de oposição? O presidente nacional do PPS, ex – deputado federal Roberto Freire, deveria tomar algumas providências com esse rapaz que, cada vez mais, desonra os ideais do partido no Estado do Acre. As três derrotas seguidas nas eleições de 2002, 2004 e 2006, são sintomáticas. Faltou-lhe o espírito oposicionista para chegar lá. Não convenceu como liderança de oposição, também porque não vive o dia a dia do povo acreano, a quem, quando aparece na telinha da TV, de longe, manda beijinhos de afeto e muito amor. Passa o tempo todo na moita, aguardando o instante oportuno (as eleições) para atacar o eleitor em cima das urnas eletrônicas.

O povo acreano percebeu o jogo maroto desse Bittar que, estando num partido de tradição ideológica coerente e decente, faz de conta de seus princípios verdadeiramente de oposição para aprontar jogadinhas de mau gosto, ousando penetrar em partidos que são incontestavelmente de oposição, como PSDB e DEM.

A verdadeira oposição não precisa de lideranças, como a de Bittar, ideologicamente confusas, sem propostas verdadeiramente alternativas, eticamente duvidosas, politicamente híbridas, personalistas, egocentristas, autoritárias, arrogantes, arbistrárias, sufocantes, presunçosas e soberbas.

A verdadeira oposição deverá estar com o povo, sentir de perto as suas agonias e a sua dor. Não dá consolo à distância, usando as inserções gratuitas do partido para mostrar-se misericordioso e benevolente. Não vive no planalto central, cômodo e confortável, passando os fins de semana entre amigos, engolindo pedaços de churrasco de carnes engordadas no vale do Acre e, entre uns goles e outros, apesar da lei seca, rindo à toa dos índices de pobreza do povo acreano.

Infelizmente, tem gente que gosta dessas lideranças de “oposição”. Confia cegamente nesses monstros da política por conta de tapinhas nas costas, apertos de mão

e beijinhos ajustados que recebe na véspera das eleições, quando, em verdade, faz parte de uma farsa bem montada, pois não tem direito de sentar em suas mesas abundantes e suculentas.

A verdadeira oposição deverá fazer urgentemente uma varredura cuidadosa dessas falsas lideranças, que ainda se aninham em seu meio, que nada têm a ver com o modelo político que pretende implementar e que ostentam condutas de alto risco para a sociedade,

A verdadeira oposição rejeita candidatos “laranjas” que, de fato, chuparam esse agrume, aliás delicioso e de qualidade terapêutica comprovada, por mais de uma vez. A história política recente do Acre depõe contra esses políticos “laranjas”. Basta conferir os arquivos do TRE/AC.

A verdadeira oposição não mente. Resiste. Não se entrega. Sabe que um dia triunfará.

José Mastrangelo, Filósofo,Teólogo e colunista da Folha do Acre.

Horário do Tião


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Do cartunista Braga.

Joe Cocker - A Little Help From My Friends - Woodstock 1969

PF teve acesso a todas as ligações do país, diz jornal

Reportagem do jornal Folha de S.Paulo afirma que a 6ª Vara Criminal Federal concedeu à PF o acesso aos cadastros e ao histórico de ligações de todos assinantes

Uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo neste domingo (3) mostra que a equipe da Polícia Federal que comandou a operação Satiagraha teve acesso ao cadastro completo e ao histórico de ligações de qualquer assinante das companhias telefônicas que atuam no Brasil. De acordo o jornal, o acesso total não está previsto na lei 9.296, a “lei dos grampos”, mas vem sendo concedido com freqüência por alguns juízes de primeira instância. Desembargadores federais, e o Ministério Público, no entanto, costumam se opor à prática.

Na operação Satiagraha, a autorização da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo. De acordo com a Folha, a autorização obriga as empresas de telefonia a fornecerem uma senha genérica à PF a seus sistemas, o que dá aos investigadores acesso aos dados seguros dos usuários. Gravações das ligações, no entanto, não podem ser feitas.

Um juiz federal do Mato Grosso do Sul ouvido pelo jornal afirmou que a autorização é dada para tornar mais rápido o trabalho de investigação. Segundo ele, caso a Polícia Federal requisite uma ordem ao juiz determinando que a empresa telefônica forneça o cadastro e o histórico de ligações do dono do número grampeado, os dados podem demorar até uma semana para chegar aos investigadores.

A opinião do juiz federal está longe de ser unanimidade. Durante as investigações da Satiagraha, segundo a Folha, a Vivo enviou um ofício ao juiz responsável pelo caso, Fausto Martin De Sanctis, afirmando que o Ministério Público entende que o fornecimento da senha não tem base legal e fere o direito constitucional do sigilo de dados pessoais. A operadora diz ainda que o sistema “dá margem a abusos”, pois os investigadores podem acessar qualquer número, e não apenas aqueles que aparecem nos grampos telefônicos.

O delegado Protógenes Queiroz, que comandou as investigações, não comentou as denúncias. A Polícia Federal informou apenas que se limita a buscar os dados dos números de telefone de onde partiram ligações para os acusados.

Legislação

A operação Satiagraha, realizada no início de julho, primeiro ganhou notoriedade por mirar o banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity, o empresário Naji Nahas, e alguns de seus sócios que, segundo a PF, são responsáveis por vários crimes, como desvio de dinheiro público e evasão de divisas.

Em um segundo momento, com o vazamento do inquérito para a imprensa, a forma como a PF investigou o caso ganhou mais destaque que as denúncias. Protógenes Queiroz, acusado de abusos, especialmente no que dizia respeito aos grampos telefônicos, acabou afastado da investigação.

Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou do Congresso mudanças na “lei do grampo”, e deve mobilizar a base do governo na Câmara e no Senado para modificar o texto. Uma das principais mudanças deve ser justamente na possibilidade de a Polícia Federal ter acesso a essa senha genérica. De acordo com a Folha, no atual texto da lei, de 1996, não há referência a essa prática pois, na época, a tecnologia existente não permitia o acesso aos sistemas das empresas telefônicas.

Da Redação Revista Época

Grito Acreano entrevista: Ricardinho


O acreano João Ricardo Oliveira da Costa, ou apenas Ricardinho, tem 26 anos, é baixista e um dos fundadores da banda de heavy metal Silver Cry, desde 2000. Também fez participações em bandas de grandes nomes da música acreana como Heloy de Castro e Clenilson Batista. Graças à carência de lugares para tocar um som mais pesado, juntamente com amigos, teve que acumular as funções de músicos e produtor de eventos do estilo.

Dessa parceria entre amigos, nasceu aí a Dream.Cry Produções, onde as decisões não são concentradas em uma pessoa em específico, mas no debate entre seus integrantes. A produtora, entre outros eventos, tem como atração principal o Feliz Metal.

A caminho da 5ª edição, o Feliz Metal é hoje um dos maiores eventos do gênero na região Norte, inclusive com matérias na grande imprensa especializada. O festival é realizado na noite de natal e além de movimentar o heavy metal em Rio Branco, também coleta alimentos para comunidades de baixa renda.

Ricardinho fala sobre o crescimento da cena metaleira, produção independente, a importância das coberturas dos eventos, entre outros temas. Confiram a entrevista.

Grito Acreano - Como você analisa a cena de heavy metal no Acre?

Ricardinho – Em termos de shows, não vem acontecendo com a freqüência de anos atrás. Antes nós “ralávamos” mais porque nem todos precisavam trabalhar, sobrando tempo para se dedicar na produção de eventos. Porém, hoje os integrantes da cena estão mais conscientes e maduros. Os produtores de show de metal têm planos de fechar um calendário de eventos para o próximo ano, com eventos melhores e mais organizados, potencializando e fornecendo boa estrutura para o público e os músicos. Por exemplo, com a expectativa de que todo mês de junho acontece o [Festival] Metal Selvagem, em junho é vez do Norte Noise, dezembro é a vez do Feliz Metal etc. Essa ansiedade gerada pelos festivais incentiva as bandas a ensaiar, compor e fazer um bom trabalho. A idéia é que esses shows entrem no calendário da Fundação Garibaldi Brasil [órgão de cultura da prefeitura de Rio Branco].

GA - Quais os motivos para que o Acre tenha um número relativamente bom de bandas e fãs de heavy metal?
Ricardinho – O esforço da galera que produz eventos aqui. Além disso, tem a falta de opções em Rio Branco e que, consequentemente, une aqueles que buscam alguma forma de lazer. A pessoa vai ao show de metal junto dos amigos e acaba gostando. Outro ponto que incentivou foram alguns shows com bandas de reconhecimento nacional como o Mário Linhares (ex-Dark Avenger), Eterna, Glory Opera, Steel Warrior etc.

GA - Como surgiu o Feliz Metal?
Ricardinho – Surgiu a partir da falta de eventos de heavy metal. Eu, Bala, Saulo, Igor, Victor, Fábio Kill [membros da Dream.Cry, na época], juntamente com nossos amigos, começamos a catar latinhas – muitas utilizadas por nós mesmos que bebíamos muito (risos) – e com alguns apoios da iniciativa privada conseguimos promover essa primeira edição. A entrada era apenas o quilo de alimento, que foi utilizado para doações para algumas comunidades carentes. Com o tempo mudaram alguns integrantes da Dream.Cry, e o evento passou a contar com ajuda do governo, algo como o pagamento do som do evento.

GA - Suas considerações finais aos leitores.

Ricardinho – Acho interessante e mais um incentivo às bandas uma cobertura séria sobre os eventos de diferentes estilos musicais. Resenhas e críticas falando o que foi bom e o que foi ruim só ajudam para o crescimento da cena. É chato receber uma crítica negativa, mas se a banda for inteligente, ela vai saber melhorar a partir dos erros apontados.


*Esta entrevista foi postada originalmente no site: www.tomarrock.com

terça-feira, 29 de julho de 2008

O sujo sendo avaliado pelo mau lavado, ou melhor, os porcos

Gió, hoje no Notícia Agora (ES)

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Lágrimas por Claudemir Mesquita

Clique no convite para ampliá-lo.

sábado, 26 de julho de 2008

Expoacre 2008: A cavalgada

Todo ano é a mesma coisa. Quem é rico, mostra que adquiriu mais bois e toma cerveja gelada no verão escaldante da amazônia. Já quem é pobre, vai pra via Chico Mendes ver a boiada passar, babando, sonhando com o que faria se fossem contemplado com os R$ 52 milhões da mega-sena que será sorteado hoje a noite. Certamente, seria mais um desses aí na foto.
A foto foi extraida da estatal Agência de Noticias do Acre .

Pesquisadores da região Norte discutem cooperação internacional

Desde a última quarta-feira (24) pesquisadores das Unidades da Embrapa, localizadas na região Norte, estão reunidos na Embrapa Acre (rio Branco), com representantes da Assessoria de Relações Internacionais da Embrapa (Brasília-DF), discutindo estratégias de cooperação internacional, diretrizes e procedimentos legais para atuação no exterior. O resultado será uma agenda de atividades a ser implementada, levando-se em consideração o foco de atuação de cada Unidade.

“Estamos buscando ampliar a interação entre as unidades e estreitar o relacionamento com a Sede. Isto possibilita um trabalho mais integrado, além de treinamento para os profissionais da área e outras ações de natureza estratégica que visem o fortalecimento da área”, afirma Elisio Contini, chefe da ARI.

Instituição de pesquisa reconhecida internacionalmente por desenvolver e adaptar tecnologias capazes de elevar a produção de alimentos em áreas com pouca ou nenhuma aptidão para a agricultura, a Embrapa é constantemente demandada no contexto internacional. Atenta às tendências globais, a Empresa atua em diversos países, desde 1998, por meio de seus Laboratórios Virtuais (Labex), implantados em países como Estados Unidos, França e Holanda. Uma das formas de ampliar essa atuação no exterior é aproveitar as potencialidades de suas Unidades.

Dentro de um modelo de cooperação mútua, a atuação internacional vem possibilitando a captação de conhecimento junto a centros de excelência e a transferência de tecnologias de produção a nações em desenvolvimento, além de treinamento e capacitação de pessoal.

De acordo com Contini, nos últimos anos, a procura dos países por cooperação vem crescendo e a Embrapa está se preparando para esta nova realidade. Em maior ou menor grau, as Unidades têm uma participação efetiva neste processo. No caso de algumas Unidades da Amazônia, cujos estados fazem fronteira com países da América Latina ,o maior objetivo é transferir conhecimentos.

Neste sentido, a Embrapa Acre vem definindo estratégias para formalização de um acordo visando a transferência de tecnologias de baixo custo que possam melhorar a agricultura e pecuária dos países fronteiriços (Peru e Bolívia). Em outra linha atuação, a Unidade mantém um pesquisador no Labex/EUA atuando na área de manejo florestal. A intenção é fortalecer a integração e ampliar os benefícios da pesquisa científica e tecnológica para outros países.

“Outro ponto da cooperação internacional é o incremento dos negócios tecnológicos, que envolve a comercialização de produtos processos e serviços. Com a venda de mudas e sementes de qualidade para outros países, garantimos recursos para a realização de pesquisas futuras e ao mesmo tempo contribuímos para o desenvolvimento da agricultura desses países”, afirma Contini.

Uma visita à região de Montevideo (Pando/Bolívia), fronteira com o município de Plácido de Castro, encerra encontro, neste sábado (26). O objetivo dos pesquisadores é conhecer as características climáticas, geográficas e aspectos estruturais da região, visando embasar futuras parcerias.

Diva Gonçalves - Assesoria Embrapa Acre

Acústico & Plugado : O rock universal dos Camundogs em breve em DVD

O rock acreano em alta: Camundogs cada vez mais nos braços do público. (Foto Renatus Reis)

O DVD já saiu do forno, só falta a mídia gráfica ser aprovada e pronto: Camundogs, uma das mais reconhecidas bandas de rock do Acre, estará lançando no mais tardar até a segunda metade de agosto o DVD com 13 músicas e um extra do vídeo produzido pelos alunos do curso de cinema da Usina de Arte João Donato no ano passado. O DVD é resultado dos quatro dias de apresentação da banda no projeto Acústico em Som Maior, em outubro de 2007.

Camundogs canta a linguagem global do rock. "Nosso som é universal", diz Aarão Prado, vocalista da banda. O DVD inaugura a volta da formação original da banda, núcleo que é um dos fundadores do Festival Varadouro.

O grupo também está no MySpace onde, segundo Aarão, o número de acessos tem sido bom. Para conhecer melhor a banda e até mesmo ouvir algumas músicas diretamente no computador, sem precisar fazer download, basta acessar o site www.myspace.com/camundogs.

Ou conferir letras como a da música "Surreal": E se já não sou eu mesmo//Pouco importa, tanto faz//Reinvente os meus segredos//E depois me deixe em paz.

Edmilson Ferreira - Agência de Noticias do Acre

'Rambo da Amazônia' lança filme


O amazonense Aldenyr Trindade Fortes, 43 anos, que se considera sósia do astro Silvester Stallone, está lançando o filme "Rambú IV, o clone - a Amazônia é nossa". O longa-metragem é protagonizado por ele mesmo, que também é conhecido como Rambú da Amazônia. Cerca de duas mil cópias do DVD já foram vendidas em Manaus em menos de um mês.

"O filme é sucesso. Não imaginava tanta repercussão. Logo vamos querer começar a divulgar o filme em outras regiões do país. O Amazonas está ficando pequeno", disse ele.

Segundo o produtor Rubens Pereira da Silva, o sucesso foi tanto que até a pirataria entrou em cena. "Os camelôs já venderam mais de dez mil cópias. Não temos como correr contra isso. Por outro lado, eles acabam divulgando o nosso trabalho, mesmo que por vias tortas. É isso que queremos."

Os filmes estrelados por Rambú seguem a linha 'trash' e têm uma veia cômica acentuada. "Apesar disso, procuramos mostrar um pouco da preocupação com a Amazônia", disse Júnior Castro, diretor do trabalho.

O Clone, como é conhecido o mais recente trabalho, fala da história de um cientista que cria um soldado com as mesmas características de Rambú. Inconformado com sua situação, o clone se une a um travesti - morto no filme anterior da série - que é ressuscitado em um culto de umbanda.

Os dois vilões também tentam destruir a Amazônia, mas não conseguem, pois a floresta é protegida pelo Rambú verdadeiro.

Orçamento

Segundo Silva, o filme foi rodado com orçamento de R$ 25 mil. "Chegamos a colocar dinheiro do nosso bolso para terminar a filmagem". O valor é bem diferente das obras protagonizadas por Silvester Stallone, que costuma alcançar milhões de dólares.

O produtor afirmou ainda que a equipe pretende deixar a linha 'trash' para viabilizar mais recursos. "Queremos mostrar mais as belezas da Amazônia. O próximo filme que pretendemos fazer vai mostrar mais a cultura regional. Deixaremos de lado essa característica cômica e seguiremos mais para a aventura."

Filmografia

Rambú já fez quatro filmes em sua carreira de 18 anos. Dos dois primeiros, no entanto, não há registros e uma campanha está sendo comandada por ele para tentar resgatar imagens dos trabalhos. "Foram feitos em VHS e ninguém tem cópia, nem mesmo eu", disse.

O filme em questão é o "Rambú, o resgate da princesa", tem 15 minutos de duração e foi lançado em 1990. A história conta o seqüestro da namorada de Rambú.

O segundo trabalho foi feito em 1992 e tem o título "Rambú II, Rambo contra a galera". Também tem duração de 15 minutos e mostra a história do resgate de um disquete com informações sigilosas.

O terceiro trabalho do ídolo amazonense foi o "Rambú III, o rapto do jaraqui dourado", que trata do roubo de um amuleto guardado por uma tribo indígena e que pode proteger a Amazônia da destruição. Tem 30 minutos de duração.

Veja trechos da "super" produção:





Glauco Araújo Do G1, em São Paulo

Cobaia morre de hepatite ao capturar anofelino na Amazônia


Mesmo infectado, Manoel Vitorino coletava amostras de sangue para exame de lâmina em Cruzeiro do Sul.

BRASÍLIA — O uso de ‘cobaias humanas’ e o combate a malária continuam a fazer vítimas no Acre. Manoel Vitorino da Silva é mais um caso. Ele morreu no dia 4 de novembro de 2007, vítima de hepatite, cirrose hepática, insuficiência renal e insuficiência respiratória. Um detalhe intrigante é que Silva nunca fumou nem ingeriu bebidas alcoólicas. Mesmo assim, consta no seu atestado de óbito, ao qual a Agência Amazônia teve acesso, que ele contraiu cirrose e hepatite, e veio a falecer em decorrência dessas doenças.

A história de Manoel Vitorino da Silva é idêntica à dos demais agentes de endemias em atividades em Cruzeiro do Sul, no Acre. Todos, sem exceção, expõem seus corpos nus para capturar do Anopheles, o mosquito transmissor da malária, e contraem a malária — alguns, até doze vezes seguidas; outros, um pouco menos. O drama de Silva não foi diferente.

Manoel Vitorino Silva ingressou na década de 80 na Superintendência de Campanhas de Saúde Pública (Sucam), hoje Funasa. Sua função originária: motorista. Contudo, a partir de 1985, Silva é designado a desempenhar outra função. Passou a aplicar DDT (sigla de Dicloro-Difenil-Tricloroetano) e, posteriormente, a transportar o inseticida por vários dias em barcos pelo rio Juruá.

“Para que o veneno não fosse roubado, era (Silva) obrigado a dormir em cima das próprias sacas de veneno”, conta a viúva Darcy Teixeira da Silva, em um detalhado depoimento à Polícia Federal, em Cruzeiro do Sul. A Agência Amazônia teve acesso ao depoimento.

Anos mais tarde, o DDT não era o único veneno manuseado por Manoel Vitorino da Silva. Segundo a viúva, o seu marido “passou a trabalhar com outros tipos de veneno (...)’. Darcy não soube detalhar o nome deles. Apenas recorda-se que esses venenos, que não era apenas DDT, eram aplicados em açudes, residências e ruas de Cruzeiro do Sul.
Captura de anofelino

Silva fez o mesmo que seus colegas. Contratado na função de motorista, ele também sofreu desvio de função. Largou o transporte de veneno e, sem treinamento adequado, ingressou nas equipes de captura de anofelinos. Antes de morrer, Manoel Vitorino da Silva detalhou a esposa como se dava a captura: os servidores (iscas humanas) ficam com as calças suspensas acima do joelho; após o pouso, o mosquito era captura e acondicionado em vasilhas improvisadas pelos próprios agentes.

Os anos no Setor de Endemias foram cruciais para Silva. Ele contraiu duas malárias, hepatite e, no final da vida, cirrose hepática, conta a viúva Darcy Silva, revoltada. Mesmo doente, conta ela, o marido foi obrigado a trabalhar nos últimos dois anos. “Acometido dessas doenças, ele (Silva) trabalhou nos postos de saúde coletando amostras de sangue para exame de lâmina”, contou à PF.

Suspeita-se que ele possa ter sido contaminado durante o manuseio das lâminas. Em depoimentos à PF, outros agentes de endemias confirmaram que lâminas de coleta de sangue são reutilizadas várias vezes. Aas lâminas, conforme gravações obtidas pela Agência Amazônia, são lavadas apenas com sabão em pó e, posteriormente, reutilizadas na coleta de sangue de pessoas com suspeitas de malária. Se estiverem contaminados por outras moléstias — hepatite ou Aids, por exemplo — e o agente se cortar, a contaminação é certa.

Trabalho forçado

A situação dramática continua até seus dias finais. Contaminado por hepatite, e com os atestados médicos comprobatórios, Silva foi buscar amparo na chefia. Procurou Simone da Silva Daniel, a sua chefe imediata, na ilusão de que ela se sensibilizasse com seu sofrimento e lhe providenciasse um atividade laborial menos puxada. Sugeriu a Simone dar expediente no posto de saúde do bairro Cruzeirinho. Mas, infelizmente, seu pedido foi negado.

Silva foi afastado do trabalho por tempo indeterminado no dia 6 de setembro de 2007. Menos de um mês depois, no dia 4 de novembro, Manoel Vitorino da Silva morre em Porto Velho (RO), para onde fora levado, em conseqüência de falência múltiplas dos órgãos (neoplasia hepática, cirrose, hepatite, insuficiência renal e respiratória).

À PF a viúva Darcy disse ter consciência que as doenças foram causadas pelo uso contínuo do DDT e dos outros venenos, uma vez que o governo (Sucam e, posteriormente, o governo do Acre) não fornecia máscara e equipamentos aos agentes. Por fim, ela acha estranho o fato de o marido ter contraído cirrose, “já que ele (Silva) nunca fumou e bebeu bebida alcoólica”.

DDT causa câncer e morte de pássaros
O Dicloro-Difenil-Tricloroetano é conhecido popularmente conhecido por DDT e foi primeiro pesticida moderno largamente usado após a Segunda Guerra Mundial para o combate dos mosquitos causadores da malária e do tifo. É um inseticida barato e altamente eficiente.

Apesar de sua eficiência, a bióloga norte-americana Rachel Carson, denunciou em seu livro Primavera Silenciosa que o DDT causava doenças como o câncer e interferia com a vida animal causando, por exemplo, o aumento de mortalidade dos pássaros.

Por este e outros estudos o DDT foi banido na década de 1970 de vários países. O pesticida tem uma meia vida de vários dias em lagos e rios. Se acumula na cadeia alimentar — animais são contaminados por ele e depois são ingeridos por seus predadores que absorvem o poderoso veneno. Como os predadores se alimentam de várias presas, absorvem muito DDT.

Como resultado o DDT pode causar uma mortalidade maior para os predadores naturais de uma determinada praga do que para a própria praga. Isto pode causar um aumento descontrolado da população da praga devido à ausência de predadores.

O DDT pode estar presente em níveis aceitáveis em um lago, mas vai se acumulando ao longo de uma cadeia de predadores até chegar a um peixe de consumo humano que pode apresentar uma concentração de DDT muito tóxica. Na prática, o DDT se decompõe bem antes de se tornar concentrado, na cadeia alimentar.

Sobre a eficiência do DDT em combater mosquitos, não resta nenhuma dúvida dela. Graças ao DDT, a malária foi banida da Flórida, Itália, Espanha, etc. No Brasil, o DDT erradicou com a malária em estados como Ceará, Minas Gerais, Piauí, etc.

Em 1950, o então presidente Eurico Gaspar Dutra anunciou a erradicação da dengue no Brasil. Esta doença voltaria ao Brasil, no governo Sarney, justamente após o banimento do DDT no Brasil. O seu uso é controlado pela Convenção de Estocolmo sobre os Poluentes Orgânicos Persistentes.

CHICO ARAÚJO

chicoaraujo@agenciaamazonia.com.br

sexta-feira, 25 de julho de 2008

A cabeça do Petecão

Essa foto foi enviada pela assessoria do Deputado Federal e candidato a prefeitura de Rio Branco ,Sérgio Petecão, coordenada pela jornalista Dulcinéia Azevedo.

De acordo com a sua equipe de campanha, essa foto foi "trabalhada". Tá um mimo, só!